14.8.11

As Séries Televisivas











Título: As Séries Televisivas
Capa: Brochada
N.º de páginas: 192
Publicação: junho de 2011
ISBN: 978-989-8285-42-3
Preço: 19,00 € (IVA inc.)

Fenómeno tanto social quanto mediático, as séries invadiram os nossos ecrãs; de secundárias, passaram muitas vezes a "prato principal" da televisão. Acompanhadas com paixão por todas as classes sociais e etárias, as séries televisivas são parte integrante do quotidiano das nossas sociedades.

Esta obra procura compreender este fenómeno cultural e artístico excecional, apresentando as suas raízes económicas e culturais, mas revelando também as mudanças por ele provocadas no sistema de produção e nos modos de escrita televisiva.

Através de numerosos exemplos, desde O Caminho das Estrelas a Sete Palmos de Terra, da Missão Impossível  a O Sexo e a Cidade, são analisadas e comentadas estas novas formas narrativas e estéticas que trazem à cena mundos complexos e nos revelam personalidades da realidade do nosso tempo.

Jean-Pierre Esquenazi é sociólogo da cultura e professor na Universidade de Lyon 3. A sua área de intervenção abrange o conjunto das atividades culturais e artísticas; um dos seus campos de estudo privilegiados é o das obras cinematográficas e os seus públicos. Entre as suas obras mais destacadas, citemos Sociologies des oeuvres, Hitchcok et l'aventure de Vertigo, Sociologie des publics, Mythologie des séries de télé.

2.8.11

História de Portugal











Título: História de Portugal
Capa: Brochada
N.º de páginas: 168
Publicação: junho de 2011
ISBN: 978-989-8285-43-0
Preço: 16,00 € (IVA inc.)


A História de Portugal vista por um notável historiador francês. Esta edição inclui pela primeira vez um epílogo escrito por um seu discípulo, autor de vasta obra sobre história portuguesa contemporânea.

"Dois traços fundamentais caracterizam a História de Portugal; e começa por surpreender a precocidade dos acontecimentos que lhe formam a trama. De todos os países da Europa, Portugal foi o primeiro a realizar a sua unidade nacional e a fixar os limites territoriais que praticamente não sofreram alterações desde meados do século XIII. Foi também o primeiro a conhecer, em finais do século XIV, uma revolução «burguesa». Foi ainda o primeiro, nos séculos XV e XVI, a lançar-se aos oceanos para descobrir novas rotas de comércio e fundar impérios além-mar. Mas precocidade em História implica muita vezes fixidez e conservação do passado, como se estruturas cedo elaboradas só lentamente pudessem evoluir e modificar-se. Portugal, efetivamente, foi o último país da Europa a empenhar-se no processo de descolonização. Foi também uma das últimas nações onde se constituiu uma sociedade moderna, extraindo os seus recursos da indústria e não somente do comércio ou da agricultura. É por fim um dos estados onde o sentimento nacional parece manifestar ainda muitas reticências em sacrificar parte da sua independência a favor de organismos supranacionais."  (da Introdução)

Albert-Alain Bourdon, professor emérito na Universidade de Paris 8, é o autor principal da síntese admirável que é esta História de Portugal

Yves Léonard é investigador no Centre d'Histoire de Sciences Politiques, onde ensina história de Portugal do século XX, e autor de uma vasta obra sobre história portuguesa contemporânea

16.3.11

História da China











Título: História da China
Capa: Brochada
N.º de páginas: 336
Publicação: março de 2011
ISBN: 978-989-8285-39-3
Preço: 24,00 € (IVA inc.)

Desde o período pré-histórico à ascensão económica dos nossos dias, é aqui traçada a história da civilização chinesa, a mais longa de todas as civilizações do mundo. Uma história complexa que J. A. G. Roberts trata num estilo claro e acessível, abordando em cada capítulo um tema principal.
Começando por referir descobertas arqueológicas recentes que alteraram a visão da história da China antiga, é depois apresentada a história imperial, incorporando novos estudos sobre temas como a posição da mulher na sociedade chinesa, a relação da China com a Ásia Interior, as explicações avançadas para que a China não se tenha industrializado muito antes do Ocidente. Os períodos modernos e contemporâneos são descritos e analisados numa perspetiva muito ampla, com destaque para as Guerras do Ópio, o impacto do imperialismo ocidental, a revolução de 1911, o período republicano e a vitória dos comunistas.
Concluindo com uma apreciação crítica da evolução da sociedade chinesa sob o regime comunista, esta é uma visão atualizada e fundamentada do seu passado no momento em que a China emerge como a grande potência do século XXI.

J. A. G. Roberts é professor de história na Universidade de Uddersfield (Inglaterra). Leciona principalmente temas de história da China e do Japão, interessando-se de modo especial pela perceção que o Ocidente tem destas duas sociedades. Tem vários títulos publicados sobre a história da China: A History of China: Prehistory to c. 1800 (1996), A Concise History of China (1999), Modern China (2000), China to Chinatown: Chinese Food in the West (2004) e Life in Early China (2008).

Sociologia













 Título: A Sociologia
Capa: Brochada
N.º de páginas: 232
Publicação: março de 2011
ISBN: 978-989-8285-23-2
Preço: 22,00 € (IVA inc.)


Como surgiu a sociologia, quais os seus principais autores e obras, quais as suas correntes de pensamento e que teorias há para explicar a sociedade?
Desde os fundadores até às teorias contemporâneas sobre a individualidade, a reflexividade e a modernidade, desde as lutas de classes até à realidade líquida, passando pelas principais teorias e correntes surgidas nos continentes americano e europeu no século XX, faz-se aqui uma síntese daquela que é uma das disciplinas de base das ciências humanas.
Reunindo artigos, breves biografias e cronologias, apresentações de algumas obras, e entrevistas a sociólogos como Howard Becker, Anthony Giddens, Alain Touraine e François Dubet, este livro permite, de modo muito acessível, uma aproximação aos termos, teorias e autores que mais têm marcado a sociologia, ao mesmo tempo que deixa pistas de leitura para quem queira seguir e aprofundar um tema ou um autor.

Com coordenação de Xavier Molénat, jornalista na revista Sciences Humaines, conta com a participação de vários outros jornalistas desta mesma revista (Philipe Cabin, Martine Fournier, Catherine Halpern, Nicolas Journet), bem como com o contributo de sociólogos como Howard Becker, Raymond Boudon, Michel Crozier, Jean-François Dortier, François Dubet, Anthony Giddens, Jean-Claude Kaufmann, Éric Keslassy, Bernard Lahire, Michel Lallement, Laurent Mucchielli, Albert Ogien, Dominic Picard e Vincent Troger.

A Audiovisão











Título: A Audiovisão
Capa: Brochada
N.º de páginas:
Publicação: janeiro 2011
ISBN: 978-989-8285-24-9
Preço: 19,00 € (IVA inc.)

Na realidade, nós não vemos um filme sonoro (ou um clipe, ou um programa de televisão), mas "audio-vêmo-los". Por outras palavras, os objetos audiovisuais originam uma perspetiva específica, a audiovisão, que funciona essencialmente por projeção, contaminação ou sugestão recíprocas do ouvido sobre o visto.
Com Audiovisão estamos perante uma obra simultaneamente teórica e prática, que proporciona ao leitor um método de observação e análise suscetível de ser aplicado aos filmes, às emissões de televisão, aos vídeos, etc., que é resultado de numerosos trabalhos do autor e de núcleos de investigação em que está inserido.

Compositor de música concreta, realizador, investigador, crítico e professor em diversos centros universitários e profissionais, Michel Chion publicou até agora mais de 20 estudos e ensaios, vários deles dedicados ao seu trabalho teórico sobre o cinema, a música e o som, que continuam a ser os grandes temas das suas investigações e dos seus cursos sobre estas matérias.
Desde 1994 que é professor associado na Sorbonne.
Este seu Audiovisão foi traduzido em castelhano, italiano e inglês (nos Estados Unidos), e vê agora a sua primeira edição em língua portuguesa.



Os Grandes Economistas











Título: Os Grandes Economistas — Uma Introdução à Economia
Capa: Brochada
N.º de páginas: 144
Publicação: janeiro de 2011
ISBN: 978-989-8285-22-5
Preço: 14,00 € (IVA inc.) 


Este livro apresenta de forma sintética nove grandes economistas: Adam Smith, David Ricardo, Jean-Baptiste Say, Thomas Robert Malthus, Karl Marx, Léon Walras, John Maynard Keynes, Joseph Schumpeter e Milton Friedman, cujos trabalhos estão na origem da ciência económica moderna e contribuíram de modo decisivo para a compreensão do mundo em que vivemos.
Cada um destes economistas é apresentado através de uma curta biografia, e de uma síntese dos seus principais conceitos e teorias; é também abordada a atualidade das suas obras teóricas, na perspetiva da influência que exerceram na condução das políticas públicas em todo o mundo.
Um perfeito manual, acessível a todos, sobre o saber mais candente no desenrolar da vida humana: a ciência económica.

Jean-Claude Drouin, professor, formador e autor, tem como objetivo declarado pôr à disposição dos estudantes e do grande público as bases da ciência económica e da economia política, através de obras de leitura acessível a todos.
Da sua vasta bibliografia, praticamente desconhecida dos leitores de língua portuguesa, destacamos alguns títulos mais recentes: Tous économistes (2008), Les vrais maîtres de l’économie (2007) e Dictionnaire de l’économie (obra coletiva, 2007).
É professor de economia na Universidade de Paris II.

28.1.11

As Grandes Religiões do Mundo na revista "Os Meus Livros"

Teresa Pearce de Azevedo escreve sobre As Grandes Religiões do Mundo na revista Os Meus Livros (fevereiro de 2011, pp. 32-33)


7.1.11

História das Mitologias do Mundo










Título: História das Mitologias do Mundo — Heróis, Divindades, Narrativas
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 272
Publicação: janeiro de 2011
ISBN: 978-989-8285-25-6
Preço: 24,00 € (IVA inc.)

Desde os primeiros tempos da humanidade que a vida, a morte, a criação são mistérios insondáveis, do mesmo modo que o risco do desconhecido ligado às atividades humanas: porque se mostra a natureza alternadamente boa e cruel, avara e generosa? Porquê a chuva, a seca, porquê o lobo e o cordeiro, porquê a doença e a velhice? E para onde transitamos após a morte?
Pouco a pouco, o homem começa a articular respostas, inventando explicações para os mistérios que o envolvem; e a criação das grandes mitologias satisfaz a maior parte das interrogações, propondo respostas inspiradas pela mais pura imaginação, pela observação dos fenómenos físicos, pela psicologia ou pelo recurso à abstração metafísica.
Na explicação mitológica da Terra e do Universo visível estamos perante uma das primeiras expressões da grandeza da criatividade humana; os homens, fracos e impotentes face ao seu destino, criaram deuses à sua imagem, infinitamente mais poderosos do que eles, mas igualmente tributários de um sistema paralelo de hierarquias, de deveres e de valores.
Esta obra está organizada em função de uma dupla abordagem:
— histórica, pela narrativa da vasta «odisseia» que vai do Norte da Europa ao Mediterrâneo, da África à Índia, da China ao Japão, da Oceânia às Américas, e que conta a história de cada grande civilização, das suas divindades, dos seus heróis e dos seus mitos;
— temática, com numerosos destaques que evocam os grandes mitos fundadores: criação e fim do mundo, julgamento das almas no além, flagelos e cataclismos.

Nanon Gardin, tradutora e iconógrafa, é autora de numerosas obras sobre os mais variados temas, sendo colaboradora regular da Larousse.

21.12.10

O Cinema de Animação









Título: O Cinema de Animação
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 244
Publicação: dezembro 2010
ISBN: 978-989-8285-14-0
Preço: 22,00 € (IVA inc.)


«Os filmes de animação (que encontramos nas salas, mas também na internet, na televisão, nas galerias de arte, etc.) conhecem hoje um sucesso que no passado nunca tiveram, inclusive nos tempos de glória dos estúdios Disney. Limitado durante um tempo excessivo ao público infantil, o cinema de imagem a imagem ganhou os seus trunfos também junto do “grande público”, com o surgimento de um desenho animado comercial adulto, e nos meios da cinefilia, do cinema experimental e da arte contemporânea, onde, com outras técnicas e assuntos, ele começa enfim a ser reconhecido como um campo de investigação de corpo inteiro. Mas a animação está também em plena efervescência. As técnicas digitais alteraram consideravelmente a relação dos espetadores com ela, e mudaram a própria produção a nível internacional. A imagem de síntese (o 3D) tornou-se, desde há alguns anos, dominante, sinal aparente do fim das técnicas mais artesanais. Mas embora ela seja certamente um movimento de fundo, outras técnicas digitais permitem contrabalançar essa homogeneização do virtual. Graças a uma simples máquina fotográfica digital e a um software de montagem, qualquer um pode realizar um filme de animação sem câmara recorrendo à sua própria criatividade, misturando fotografia, pintura, desenho ou objetos. Devido à representação subjetiva da realidade que impõe, a animação é claramente a forma cinematográfica mais próxima do imaginário. Nessa conceção, como indica Francesco Casetti (1999: 50), “o cinema não é uma máquina anónima que regista automaticamente o existente e o restitui como tal: o cinema encena universos inteiramente pessoais e pede ao espetador a sua adesão individual. O cinema tem a ver com a subjetividade, e é dessa subjetividade que nasce o imaginário”. Embora essa seja uma conceção evidentemente distante do realismo ontológico da imagem cinematográfica caro a Bazin, ela explica melhor um gosto pelo espetacular e pelo íntimo que podem nascer na mente do criador e ressoar no imaginário do espetador.

«(…)

«A multiplicação de longas-metragens, assim como a melhor difusão da animação comercial nas salas e em casa graças ao DVD, são os fatores mais importantes no sucesso atual da animação. Dantes a produção animada consistia essencialmente em curtas-metragens exibidas em festivais ou em séries programadas nas cadeias de televisão. Isso continua a verificar-se, e devido a esse formato, a maioria dessas curtas-metragens, por vezes muito inovadoras, nunca encontra um público mais vasto. Mas após os repetidos fracassos dos filmes Disney e dos seus concorrentes em “desenho animado” (a técnica tradicional do celuloide), o sucesso global recente de muitas longas-metragens em imagem de síntese (Toy Story, Shrek, etc.), em plasticina (Wallace & Gromit), e em 2D “misto” no mundo japonês (A Princesa Mononoke), demonstrou o forte potencial comercial e estético que as técnicas de animação podiam sempre encerrar. Os críticos passaram a interessar-se mais profundamente pelo que parece um “fenómeno”, de que agora abundam exemplos nos festivais internacionais, chegando a arrebatar prémios importantes (o Urso de Ouro em Berlim para A Viagem de Chihiro, de Hayao Miyazaki, em 2002; o prémio do júri em Cannes para Persépolis, de Marjane Satrapi, em 2007). Desde então, assistimos a uma forma de intensificação na produção e distribuição desses filmes, em paralelo com um empobrecimento dos argumentos. O segundo grau e a autorreferência passaram a fazer parte do universo da animação comercial. Mas a par dessas produções convencionais, pensadas para render lucros consideráveis aos seus criadores, continua a existir uma animação de autor em permanente busca de inovações visuais e narrativas. Essas experiências são acolhidas em festivais especializados (Annecy, Zagrebe…), mas também nos generalistas (especialmente em Cannes e Veneza), e em retrospetivas (por exemplo, Norman McLaren em Beaubourg, em 2006) ou no novo mercado do DVD.

«(…)

«O objetivo desta obra, que é essencialmente um manual (…), não é tanto dar uma definição da animação mas fazer o ponto da omnipresença dessas imagens animadas e propor-lhes uma leitura simultaneamente histórica e temática. Escrito por um historiador de cinema que trabalhou sobre a propaganda cinematográfica, mas igualmente realizador de filmes de animação antes de passar a agregação de artes plásticas, este livro pretende demonstrar as diferentes perspetivas a partir das quais a animação pode fazer sentido. Embora o ponto de vista seja essencialmente histórico, outras dimensões teóricas e estéticas são convocadas para dar visibilidade a um campo artístico plural que desarruma as classificações habituais do cinema, das artes plásticas e das ciências da informação.»

«Introdução», pp. 8-9, 10-11 e 13.

18.11.10

História da Segunda Guerra Mundial










Título: História da Segunda Guerra Mundial
Formato: 14 x 21 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 128
Publicação: Outubro de 2010
ISBN: 978-989-8285-21-8
Preço: 12,00 € (IVA inc.)


Passados 65 anos sobre o seu epílogo, a Segunda Guerra Mundial continua a ser um tema de permanente actualidade: pela sua duração, pela dimensão planetária das devastações que provocou, pela ferocidade com que foi travada e pelos horrores, perturbações políticas, filosóficas e morais que acarretou; o conflito de maior escala na história da humanidade pesará para sempre na memória e na consciência colectiva dos povos.
Apresenta-se aqui, de forma sucinta, uma perspectiva de conjunto do conflito e dos teatros de operações militares em que se desenrolou: na Europa, na União Soviética, no Norte de África, na Ásia, no Pacífico, no Atlântico; é este um dos maiores méritos deste livro, em que Claude Quétel narra, analisa e explica uma das mais terríveis tragédias da História.


Director de investigação no mundialmente prestigiado CNRS (Centre National de Recherche Scientifique, em Paris), onde desenvolveu grande parte da sua carreira de investigador, Claude Quétel especializou-se em história moderna e contemporânea, em história da psiquiatria, e também em pesquisa iconográfica.
Entre 1992 e 2005 foi director científico do Memorial de Caen, e tem uma importante actividade na edição, quer como autor quer como director de grandes obras e colecções.
O Estado francês atribuiu-lhe duas grandes distinções: «Reconhecimento da Nação», e Oficial da Ordem Nacional de Mérito.

27.10.10

História das Ciências -- Da Antiguidade aos Nossos Dias











Título: História das Ciências, Vol. I
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 376
ISBN: 978-989-8285-18-8
Preço: 26,00 € (IVA inc.)













Título: História das Ciências, Vol. II
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 240
ISBN: 978-989-8285-20-1
Preço: 19,00 € (IVA inc.)



As ciências constituem, mais do que nunca, o factor decisivo no desenvolvimento das nossas sociedades, como o demonstra o vertiginoso avanço tecnológico das últimas décadas.
Contudo, grande parte das pessoas parece estar hoje afastada do sério desafio que representa a aquisição de competências nas áreas científicas, técnicas e humanísticas, considerando-as domínio de «especialistas» de que se sentiriam excluídas.
Mas não foi sempre assim; partilhando origens comuns, a ciência e a filosofia (o saber geral) caminharam a par durante séculos.
É uma simbiose renovada entre cultura humanista e cultura científica que esta obra pretende alcançar, traçando a evolução das grandes disciplinas, desde as origens (domínio do fogo, invenção dos números, observação do céu), às descobertas e invenções mais recentes.

Apresenta-se esta obra em dois volumes. O primeiro trata da matemática, da física, da astronomia e da química; o segundo das ciências da terra e das ciências da vida.



Philippe de La Cotardière, escritor e jornalista científico, especializou‑se nos domínios da astronomia e do espaço, atribuindo também grande interesse à história das ciências e das técnicas. Conselheiro editorial na Larousse, é autor de uma vintena de obras de divulgação, entre as quais Le Grand Livre du ciel (Bordas, 1999) e Dictionnaire de l’astronomie et de l’espace (Larousse, 1999). Presidente da Sociedade Astronómica de França de 1987 a 1993, foi laureado em 1997 com o prémio Information Scientifique et Technique da Academia das Ciências e do ministério da Educação Nacional.

Filosofia da Arte











Título: Filosofia da Arte
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 304
ISBN: 978-989-8285-19-5
Preço: 26,00 € (IVA inc.)


Das estátuas de demónios e escudos de guerreiros aos readymades de Duchamp, o que é preciso para que um objecto seja arte?
Filosofia da Arte é uma obra destinada ao leitor interessado pela estética. Perseguindo a questão sobre o que define o que é ou não arte, tem por objectivo apresentar as modalidades mais destacadas da filosofia analítica: teoria da arte, formalismo e neoformalismo, estética da arte, neowittgensteinianismo, teoria institucional da arte, assim como abordagens históricas da natureza da arte.
Claro e conciso, as teorias filosóficas abstractas que apresenta são ilustradas através de numerosos exemplos da arte tradicional e contemporânea, o que contribui para uma mais fácil aproximação ao objecto do livro, enriquecendo assim a compreensão do leitor quer da teoria quer da apreciação geral da arte.


Noël Carroll, nascido em 1947, é um filósofo americano considerado uma autoridade na análise de estética cinematográfica. Os seus trabalhos incidem particularmente sobre a filosofia da arte, a teoria dos média e também sobre a filosofia da história, abrangendo ainda as áreas da filosofia da literatura, da filosofia das artes e da teoria social da cultura.
Doutorado em Filosofia e em Estudos de Cinema, foi presidente da American Society Aesthetics, e é actualmente professor de filosofia no CUNY Graduate Center, em Nova Iorque.



Este é o primeiro título de Synopsis, uma nova colecção de manuais: livros que pela exposição de temas, disciplinas, ramos e departamentos do saber contribuam para uma melhor sistematização e consolidação do conhecimento.

3.9.10

As Grandes Religiões do Mundo











Título: As Grandes Religiões do Mundo — Cronologia, História, Doutrinas
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Cartonada
N.º de páginas: 448
ISBN: 978-989-8285-17-1
Preço: 32,00 € (IVA inc.)

O facto religioso está cada vez mais presente na actualidade política e social; além da importância crescente das informações religiosas nos média — o islão em alvoroço depois dos ataques do 11 de Setembro de 2001, sucessão pontifícia no Vaticano, subida do integrismo religioso nos Estados Unidos, influência do budismo no Ocidente —, observa-se no público um interesse crescente pelos fenómenos religiosos, seja de ordem metafísica, referências éticas, de transmissão de valores, ou do diálogo inter-religioso.
Em As Grandes Religiões do Mundo são explicadas as origens, a história e as práticas de todas as religiões:
as religiões monoteístas: o judaísmo, o cristianismo e o islão, chamadas também «religiões do livro»;
as tradições orientais: hinduísmo e budismo em primeiro lugar, sem esquecer as outras filosofias e formas de sabedoria (confucionismo, taoismo, shintoismo…);
as outras formas de espiritualidade, novas e antigas, e os fenómenos à margem das religiões (seitas, esoterismo…).
Cada religião e cada crença são tratadas em seis pontos: história, dogmas e doutrinas, ritos e práticas, instituições, implantação geográfica, ensinamentos, visão do homem e do mundo.

Henri Tincq foi presidente Associação Francesa de Jornalistas de Informação Religiosa (1994-1999), responsável pela rubrica «Religiões» do diário Le Monde e director editorial da revista Le Monde des Religions. É autor de vários livros sob a temática da religião. Neste livro, dirigiu as colaborações de outros cinco especialistas em religião: Rachid Benzine, Dominique Chivot, Salomon Malka, Jean Mercier e Éric Rommeluère.



Depois de Cogito Ergo Sum, Dicionário Enciclopédico da Psicologia e Dicionário das Utopias, este é o quarto livro com chancela original da Larousse que as Edições Texto & Grafia publicam.

2.7.10

A Prosperidade do Vício











Título: A Prosperidade do Vício
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 208
ISBN: 978-989-8285-13-3
Preço: 19,00 € (IVA inc.)


Este livro espantoso é uma viagem; uma viagem que mostra como a economia tem moldado a sociedade ao longo dos tempos. É também um fresco impressionante, que nos conduz do Império Romano ao de Hollywood, da crise dos anos 1930 à crise do subprime, da Alemanha do Kaiser à China contemporânea.
Uma viagem inquieta, ensombrada por uma questão: como é que o Ocidente, que arrancou a humanidade à fome e à miséria, foi capaz do suicídio colectivo das duas guerras mundiais? Qual o veneno, o vício escondido que corrói a Europa?
Mas as questões não são só retrospectivas, pois o mundo ocidentaliza-se velozmente: poderiam as tragédias europeias repetir-se na Ásia ou noutros pontos do globo? Conseguirá o planeta evitar um novo suicídio colectivo, desta vez ecológico? Como a presente crise financeira brutalmente lembrou, uma incerteza de ordem sistémica paira sobre o capitalismo; saberemos para onde nos leva, para onde arrasta o mundo?
São estas as questões que condicionarão o século XXI, e que são analisadas com concisão, erudição e notável sobriedade por Daniel Cohen neste livro importante que dá um retrato fiel da história da humanidade e das incertezas que pesam sobre o seu destino.

Daniel Cohen, nascido em 1953, é professor universitário de economia, editorialista no jornal Le Monde, conselheiro científico da OCDE, e membro do Conselho de Análise Económica do primeiro-ministro francês.
A vasta obra que até agora publicou na área da economia confere-lhe estatuto de projecção mundial; para as suas análises sóbrias e eloquentes do homem na sociedade, convoca também a História, a Sociologia e a Filosofia.
Em 1997, o Nouvel Observateur atribuiu-lhe o prémio «economista do ano», e, em 2000, foi laureado com o prémio «melhor livro de economia» (atribuído pelo senado francês).

A Vida Sexual na Roma Antiga










Título: A Vida Sexual na Roma Antiga
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 284 + 8 páginas a cores de extratexto em papel couché, essencialmente com representações de frescos encontrados em Pompeia.
ISBN: 978-989-8285-15-7
Preço: 24,00 € (IVA inc.)

A concepção de sexualidade nas sociedades modernas baseia-se na distinção de género, e categoriza as pessoas em heterossexuais, homossexuais e bissexuais. Na Roma Antiga, considera-se sobretudo o estatuto social e a faixa etária, enquanto que a orientação principal, imposta pela legislação e pelos costumes, determina que os cidadãos masculinos penetrem mas nunca sejam penetrados; todos os outros o podem ser, em condições que variam consoante se trate de matronas respeitáveis, coquetes libertas, cortesãs, prostitutas ou escravos de ambos os sexos.
O leitor mais interessado pelas vertentes da História não deixará de associar a visão que transparece da leitura à influência que exerceu na Igreja de Cristo a amálgama de prescrições, leis e éditos que o poder do Império Romano implementou para regular a vida sexual da população.
Dotada de um perfeito conhecimento da literatura latina, a autora consegue que os textos falem, desvendando as relações existentes entre a prática sexual, o prazer feminino e o sentimento amoroso, além de focar os casos de imperadores conhecidos pelas suas inclinações libidinosas, como Tibério, Calígula e Nero.

Géraldine Puccini-Delbey é professora de língua e literatura latinas na Universidade de Bordeaux III, tendo centrado a sua atenção de investigadora especialmente na obra desse extraordinário autor latino que é Apuleio, romancista do século II da nossa era.
Na sua obra ensaística, além de A Vida Sexual na Roma Antiga, merece destaque a obra Amour et désir dans les métamorphoses d’Apulée.

Estética da Montagem











Título: Estética da Montagem
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 144
ISBN: 978-989-8285-16-4
Preço: 16,00 € (IVA inc.)

A montagem no cinema não se resume a uma operação técnica que consiste em cortar e colar pedaços de película para deles fazer um filme; é uma operação complexa que exige criatividade, e que implica uma total proximidade da estética da obra: associar imagens por uma certa ordem, ordená-las segundo o ritmo pretendido, criar rupturas ou continuidades, é aquilo em que consiste a arte da montagem.
O objectivo deste livro é traçar um panorama das diferentes concepções da montagem ao longo da história do cinema, e propor uma análise desta técnica em numerosos domínios de representação.
O autor ilustra a sua exposição com exemplos de montagens de filmes, especialmente de autores como Orson Welles, Alain Resnais ou Maurice Pialat, mostrando em que medida a evolução das técnicas e das práticas de montagem influencia a estética dos filmes.

Vincent Amiel é professor na Universidade de Caen. Publicou inúmeros artigos na revista Positif e Esprit. Além deste Estética da Montagem, publicou ainda as obras Le corps du cinéma (PUF, 1998) e Formes et obsessions du cinéma américain (Klincksieck, 2003).

25.3.10

Função do Cinema











Título: Função do Cinema — e das outras artes
Formato: 14 x 21 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 144
ISBN: 978-989-8285-12-6
PVP: 14,00 € (IVA inc.)




Contemporâneo da fabricação em série, do motor e da mecanização, nascidos da ciência moderna, o cinema é a arte da civilização própria da máquina; é este o eixo central em torno do qual Elie Faure desenvolve as suas apaixonadas reflexões em Função do Cinema, dos mais belos e vibrantes textos escritos até hoje sobre a 7.ª arte, numa linguagem poética de fôlego épico.
Associando e comparando o cinema com a pintura, a dança, o teatro, a arquitectura, a música, identifica a sua natureza profunda, ao mesmo tempo rítmica e plástica, sublinhando o seu carácter novo de criação colectiva, e extraindo daí destino, vocação e mística.
As análises proféticas de Elie Faure coincidem praticamente em todos os aspectos com as orientações que posteriormente a este escritor o cinema (e as outras artes também) viria a assumir.

Elie Faure nasceu em Sainte-Foy-la-Grande em 4 de Abril de 1873, e morreu em Paris em 29 de Outubro de 1937; a sua vida desenrolou-se no centro do turbilhão da primeira metade do século XX, pois participou como médico militar na Grande Guerra, e assistiu ainda à eclosão da Guerra Civil em Espanha.
Concluiu muito jovem, em Paris, o curso de medicina, e exerceu nos bairros populares da cidade, mas foi sobretudo a actividade de crítico e ensaísta de arte que veio a marcar toda a sua vida futura, partilhada igualmente pelas causas políticas e pela militância em movimentos socialistas.
Fruto da sua paixão pela arte, faz conferências regulares na universidade popular “La Fraternelle”, das quais virá a extrair a obra monumental História da Arte, pela qual se tornou mundialmente conhecido, e que hoje é referência nos estudos estéticos sobre arte.
O seu interesse pelo cinema levou-o a escrever artigos dispersos, de uma beleza e poesia incomparáveis, que aqui se reúnem em volume.

12.3.10

Cogito Ergo Sum - Dicionário Comentado de Expressões Latinas













Cogito Ergo Sum - Dicionário Comentado de Expressões Latinas
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Número de páginas: 256
ISBN: 978-989-95689-0-7
Preço: 24,00 €


Asinus in tegulis
(Um burro no telhado)


Este adágio latino serve para designar qualquer coisa estranha ou incongruente. Curiosamente, os telhados das casas são muitas vezes o suporte dos objectos mais extraordinários, quando se deseja evocar o absurdo. Para além de um burro, podemos encontrar sobre eles um violino ou, então, o companheiro do burro da Natividade, o boi, o qual viu efectivamente nascer o início de uma nova era.
Espaço de uma certa consciência do absurdo, Boeuf sur le toit foi inicialmente um bar, uma espécie de discoteca situada na Rua Duphot e aberta por Louis Moysès, oriundo de Charleville. O primeiro nome do estabelecimento foi Le Gaya, devido a um [vinho do] porto da região de Gaia que ali se vendia. Jean Wiéner tornou-se pianista do local e ali tocava todos os géneros de música, particularmente jazz, e até mesmo o Pierrot lunar de Schönberg, que, na época, tinha a capacidade de chocar, tanto mais que o seu autor era austríaco.
O bar tornou-se o ponto de encontro das pessoas mais importantes da altura no domínio das artes: Picasso, Gide, Diaghilev, Misia Sert, Ravel, Erik Satie, Picabia, Mistinguett ou, então, Fernand Léger, o qual pediu a Wiéner que lhe tocasse um tema recente: “Saint Louis Blues”. Arthur Rubinstein substituiu pontualmente Wiéner para tocar obras de Chopin. Léon-Paul Fargue e Jean Cocteau relacionavam-se ali com o Grupo dos Seis. Em suma, todo um espírito novo nasceu naquele espaço.
Tristan Tzara, o pai do Dadaísmo, frequentou Le Gaya. No entanto, os seus herdeiros, os Surrealistas, mais sectários e menos abertos às reais novidades, muitíssimas vezes impermeáveis à música, mostraram indiferença para com aquele estabelecimento, preferindo Le Certa, outro bar próximo da Ópera de Paris.
Em 1919, Jean Cocteau quis escrever uma farsa para dar continuação à Parade de Erik Satie. Tinha ouvido Georges Auric e Darius Milhaud tocarem a quatro mãos um encadeamento de sambas e de rumbas, uma peça que deveria chamar-se Cinéma-Symphonie, na qual se misturavam alguns ritmos novos importados do Brasil. Milhaud mudou o título dessa obra para
Le Boeuf sur le toit, embora se tratasse do título de uma canção brasileira já existente. A obra assim intitulada teve como subtítulo The Nothing Doing Bar, pois Cocteau desejava escrever uma farsa «onde nada se passaria». A estreia do espectáculo teve lugar na Comédia dos Campos Elísios, no dia 21 de Fevereiro de 1920. Vestuário e cenários eram de Raoul Dufy.
A agitação e o ruído gerados em torno do Gaya fizeram com que Moysès se mudasse para outro local, abrindo um novo estabelecimento na Rua Boissy-d’Anglas, ao qual deu simplesmente o nome de Le Boeuf sur le toit. O espírito novo continuou a reinar, enquanto a reputação do bar se espalhava. Clément Doucet, que ia de seguida tocar com Wiéner, acabou por substituí-lo
ao piano.
No dia 15 de Julho de 1922, Jean Hugo e René Crevel levaram Marcel Proust ao Boeuf sur le toit, local onde encontrou os famosos «valsistas bolchevisantes» dos quais fala na obra Em busca do Tempo Perdido. Foi também ali que veio a conhecer Radiguet.
Quer neles se encontrem burros, bois ou simples gatos vadios, os telhados são decididamente locais onde sempre se passa alguma coisa. E muitas vezes aparece alguém a dizer que o que ali ocorre é absurdo.


Fontes:
Recordações pessoais de Germaine Tailleferre contadas ao autor.
Au temps du «Boeuf sur le toit», Artcurial, Paris, 1981. Obra redigida para uma exposição.

Edição original: Larousse, 2005.

26.2.10

Imaginários Sociais Modernos -- nas livrarias a partir de 10 de Março






Colecção: «Pilares», n.º 5
Formato: 15,5 x 23,5 cm
N.º de páginas: 192
ISBN: 978-989-95884-7-9
Preço: 19,00 € (IVA inc.)


Tendo como pano de fundo a história da modernidade, Imaginários Sociais Modernos analisa as múltiplas facetas do imaginário social, caracterizado por três formas culturais chave: a economia, a esfera pública, e o autogoverno — ou seja, a soberania popular, herança comum ocidental dos dois acontecimentos maiores que marcam a nossa contemporaneidade: a Revolução Francesa e a Revolução Americana, e os percursos distintos que as caracterizaram.
Com uma concepção multidisciplinar e universalista do mundo, Charles Taylor apresenta e desenvolve os traços centrais da modernidade e os processos que estiveram na sua origem.
Imaginários Sociais Modernos mostra-se, assim, como um marco no ensaísmo moderno, e uma obra fascinante.


Charles Taylor (Montreal – Canadá, 1931) “é um dos pensadores políticos mais importantes do nosso tempo” (Sir Isaiah Berlin).
Professor de Direito e Filosofia na Northwestern University (Evanston), professor emérito de Ciência Política e Filosofia na McGill University, e ex-professor de Teoria Social e Política na Oxford University, Charles Taylor é autor de muitos livros e artigos, entre os quais, Varieties of Religion Today: William James Revisited, Sources of the Self: the Walking of the Modern Identity, The Ethis of Authenticiy, Hegel, e um notável ensaio, “The Politics of Recognition”, incluído na obra Multiculturalism.
Laureado com vários prémios (entre os quais o famoso prémio Templeton, no valor de um milhão e meio de dólares, e o prémio Kyoto, referido como o Nobel japonês), os contributos deste autor para o debate sobre teoria política e moral, a formação da identidade, o multiculturalismo; o secularismo e a modernidade conferem à sua obra uma incontestável projecção universal.

12.2.10

Charles Taylor em entrevista

No mesmo dia em que mostramos o nosso novo logótipo, partilhamos uma ligação para um vídeo com uma entrevista a um autor publicado pelas Edições Texto & Grafia, Charles Taylor.

Tendo como pano de fundo a história da modernidade, Imaginários Sociais Modernos analisa as múltiplas facetas do imaginário social, caracterizado por três formas culturais chave: a economia, a esfera pública, e o autogoverno — isto é, a soberania popular, herança comum ocidental dos dois acontecimentos maiores que marcam a nossa contemporaneidade: a Revolução Francesa e a Revolução Americana, e os percursos distintos que as caracterizaram.

Este livro, já traduzido para as línguas chinesa, holandesa, italiana, japonesa, espanhola e turca, tem agora também publicação em língua portuguesa.

O seu autor é o filósofo Charles Taylor (Montréal - Canadá, 1931) cuja obra tem sido uma relevante fonte de contributos nas áreas da filosofia política, da história da filosofia e da teoria social,
no programa Chasseurs d'Idées, da Téle-Québec, em 2001: http://real.telequebec.qc.ca/ramgen/idees/idees_2562_089.rm. (Em francês.)


[O vídeo em causa requer a instalação do RealPlayer no seu computador. Se ainda não o tiver, pode fazer o download gratuito aqui.]