31.10.12

Edições manuseadas


A nossa campanha chegou ao fim.
Agradecemos a todos aqueles que participaram.
E esperamos que continuem a vir visitar-nos.

23.10.12

O Cinema de Ficção Científica



O Cinema de Ficção Científica 

Éric Dufour

  

Coleção: «Mi.mé.sis», n.º 13
Género: Cinema
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 224
Publicação: outubro de 2012
ISBN: 978-989-8285-62-1
Preço: 22,00 €



Um livro que interessará tanto ao público académico de áreas como Cinema, Artes Visuais, Comunicação, Tecnologias, como aos cinéfilos e, em especial, aos fãs de Ficção Científica.

Qual a data de nascimento do cinema de ficção científica? Que formas foi adquirindo até se impor como género autónomo, com uma linguagem e uma filosofia próprias? E que olhares nos propõe sobre o mundo que nos rodeia, que projeções sugere sobre outros mundos, prováveis ou hipotéticos, razões das humanas angústias e deslumbramentos?  
Desde os seus inícios como género na América dos anos 1950, todas as facetas deste cinema são aqui descritas e analisadas por ângulos inovadores.
Graças a numerosos exemplos, descobrimos como, do medo atómico dos anos da guerra fria à emergência do cyberpunk trinta anos mais tarde, os filmes de ficção científica nos elucidam sobre a evolução tecnológica, estética e social das respetivas épocas.
Num segundo tempo, a obra propõe uma tipologia das figuras visuais e narrativas, desde as imagens do espaço ou do extraterrestre até à crítica social e política, e mostra quanto este género cinematográfico, que é também criação de um mundo, se fundamenta na desorientação do homem face às suas próprias referências. 

Éric Dufour é professor na Universidade de Grenoble. Especialista em Estética, tem escrito várias obras sobre música e cinema.

10.10.12

Os Pacientes de Freud




Os Pacientes de Freud - Destinos 

Mikkel Borch-Jacobsen

  
Coleção: Extra Coleção, n.º 5
Género: Biografia / Psicologia / História
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 208
Publicação: julho de 2012
ISBN: 978-989-8285-61-4
Preço: 22,00 € 







Um livro destinado a todos os que se interessem pela Psicanálise, Psiquiatria ou Psicologia, mas também ao público em geral que tenha curiosidade em descobrir um pouco mais sobre alguns casos de Freud, pormenores só agora libertados pelos Arquivos de Freud.

São muito conhecidas as personagens que Freud descreveu nas suas narrativas de casos: "Elisabeth von R.", "Dora", o "Homem dos ratros", o "Homem dos lobos"; mas nada se conhece das pessoas reais que se escondem por detrás desses pseudónimos célebres: Bertha Pappenheim, Ilona Weiss, Ida Bauer, Ernst Lanzer, Sergius Pankejeff.
E que sabemos de todos aqueles pacientes sobre os quais Freud nunca escreveu nada, ou quase nada: Pauline Silberstein (que se suicidou atirando-se do cimo do imóvel do seu analista), Olga Honig (o o de Honig leva trema) (a mãe do "pequeno   
Hans"), Elfriede Hirschfeld, o arquiteto Karl Mayreder, Viktor von Dirsztay, a herdeira lésbica Margarethe Csonka, o psicótico Carl Liebman, entre tantos outros?
Mikkel Borch-Jacobsen reconstitui com precisão as suas histórias - algumas com algo de cómico na tragédia imanente de quase todas - sempre impressionantes e comoventes. São, no total, trinta e um destinos que muitas vezes se cruzam, trinta e um retratos de pacientes desconhecidos até hoje, que nos ensinam mais sobre a prática clínica efetiva de Freud do que as suas narrativas de casos. E, em pano de fundo, todo um mundo que desapareceu, o da Viena do fim do Império austro-húngaro, que revive nostalgicamente diante de nós como um último passo de valsa.

Filósofo e historiador, Mikkel Borch-Jacobsen é professor na Universidade de Washington, nos Estados Unidos; um dos arquitetos do famoso Livro Negro da Psicanálise. É autor de numerosos livros sobre a história da psicanálise e da psiquiatria, traduzidos em várias línguas.



13.8.12

Uma História dos Estados Unidos da América





Uma História dos Estados Unidos da América 

Philip Jenkins



 Coleção: : «Uma História de…», n.º 9
Género: História
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 312
Publicação: julho de 2012
ISBN: 978-989-8285-60-7
Preço: 24,00 € 




Este livro destina-se à grande maioria do público leitor que não é indiferente à história da humanidade e à sua evolução, pois dificilmente o cidadão comum pode ignorar a importância do papel que os Estados Unidos da América desempenham no jogo de influências que se desenrola à escala planetária.



Raros países no mundo suscitam tanta controvérsia, adesão tão apaixonada ou análise crítica tão extrema como os Estados Unidos da América; na realidade, pela posição que ocupa de nação hegemónica, o país está permanentemente convocado para exercer um magistério de arbitragem na cena política mundial.
Deste país extraordinário pela sua criação, pela sua história, pelo seu imenso poderio, Philip Jenkins dá-nos neste livro uma perspetiva de evolução desde finais do século XVI até à atualidade, num relato escrito de forma acessível e que foca os temas de maior significado e repercussão nos desenvolvimentos da história política, social, económica e cultural dos Estados Unidos.
Desde os primórdios da colonização ocidental até ao movimento dos direitos cívicos, e daí à atualidade, a obra descreve e analisa os acontecimentos de importância mais decisiva na afirmação nacional. Uma História dos Estados Unidos da América, além de fornecer as bases para o estudo da sociedade americana, do seu pensamento e cultura, é leitura essencial para melhor se compreender a génese e evolução desta nação excecional.

Philip Jenkins nasceu em 1952 e é, desde 2010, professor de Humanidades na Pennsylvania State University, um cargo de grande distinção naquela universidade, onde ensina desde 1993 as cadeiras de História e de Estudos de Religião; além deste magistério, Philip Jenkins é personalidade de destacar na Baylor University, onde anima o Institute for Studies of Religion.

25.5.12

O Cinema Clássico de Hollywood

O Cinema Clássico de Hollywood

Jacqueline Nacache


Capa: Brochada
N.º de páginas: 144
Publicação: maio de 2012
ISBN: 978-989-8285-58-4
Preço: €17,00
Que têm em comum os milhares de filmes rodados em Hollywood na época dos grandes estúdios?

Por um lado, a mestria de uma narrativa de mecanismos invisíveis que visava à universalidade; por outro, um modo de produção que fez dos estúdios americanos, durante trinta anos de domínio universal sem partilha, o maior laboratório de formas cinematográficas do mundo.
Através do estudo de figuras recorrentes no cinema, como o flash-back ou o suspense, através de sínteses amplas sobre os géneros, o filme musical ou a superprodução, entramos no próprio coração do cinema de Hollywood, da sua escrita, dos seus sortilégios, do seu modelo narrativo.

Jacqueline Nacache é coordenadora de conferências sobre estudos cinematográficos na Universidade de Paris 7 - Denis Diderot.
Publicou vários livros e artigos dispersos, dedicados especialmente ao cinema americano.

24.5.12

A Batalha de Inglaterra



A Batalha de Inglaterra  

(junho - outubro 1940)                
Jérôme de Lespinois


Capa: Brochada
N.º de páginas: 160
Publicação: maio de 2012
ISBN: 978-989-8285-59-1
Preço: €18,00 




Os pilotos britânicos e alemães envolvem-se no mais espetacular confronto aéreo da história; quase diariamente, a Luftwaffe do marechal Goering lança raides de grande amplitude sobre o sul de Inglaterra, infligindo perdas consideráveis ao Fighter Command da Royal Air Force.
Mas, a cada um desses ataques, os pilotos alemães chocam com as formações de Spitfire e de Hurricane que, obstinadamente, defendem o espaço aéreo britânico.
A batalha de Inglaterra visava forçar os britânicos a aceitar uma paz de compromisso, sob pena de sofrerem uma sorte semelhante à dos franceses, em junho de 1940; termina em outubro de 1940, quando Hitler decide invadir a União Soviética, o que viria a acontecer no ano seguinte.
Além de um relato do desenrolar das operações, este livro permite compreender o que estava em jogo na batalha de Inglaterra: o desfecho da Segunda Guerra Mundial e, com ele, o rumo do mundo e da humanidade.

Director de um grupo de estudos na Escola de Guerra, investigador, politólogo, Jérôme de Lespinois é autor de várias obras, das quais se destaca A Batalha de Inglaterra (2011) e Politique, défense, puissance: 30 ans d'opérations aérienne (2011).

11.5.12

Últimos dias da Feira do Livro de Lisboa

Michel Foucault, Carlo Maria Cipolla, Paul Veyne, Clive Bell, Georg Simmel, Peter Burke ou Max Scheler são apenas alguns dos nossos autores, com obras disponíveis na Feira do Livro com descontos de 30% ou 40%.
A Feira do Livro de Lisboa está quase no fim, visite-nos no pavilhão D48 e não deixe espreitar as promoções de livros manuseados (mas em óptimo estado) a preços a partir de €4,00.

4.5.12

Saldos na Feira do Livro

Já começaram os saldos da Texto & Grafia!
Visite-nos no pavilhão D48 da Feira do livro de Lisboa e encontre livros manuseados (muitos em excelente estado) a preços que compensam até enfrentar a chuva.

26.4.12

Edições Texto & Grafia na Feira do Livro de Lisboa 2012



A Texto & Grafia tem pela primeira vez um espaço próprio na Feira do Livro de Lisboa. Venha visitar-nos no pavilhão D48 (junto à Praça Laranja) e aproveite as promoções a partir de 30% de desconto.

 

19.9.11

Campanha de regresso às aulas 2011

CAMPANHA DE REGRESSO ÀS AULAS DAS EDIÇÕES TEXTO & GRAFIA
DE 21 DE SETEMBRO DE 2011 A 4 DE OUTUBRO DE 2011
- 20 % DE DESCONTO SOBRE O PREÇO DE CAPA E PORTES DE ENVIO GRATUITOS



Condições da campanha

Abrange apenas os títulos publicados até março de 2010, que se apresentam aqui.

Território abrangido pela campanha: Portugal (continente e ilhas).

Pagamento feito exclusivamente por transferência bancária (indicaremos o NIB) e envio do comprovativo.

Pedidos recebidos através do e-mail texto.grafia@gmail.com entre os dias 21/09/2011 e 04/10/2011.
Envie-nos um e-mail indicando os títulos que pretende e a quantidade.

Promoção limitada ao stock existente.

14.8.11

FEIRA DO LIVRO DE FRANKFURT

De 12 a 16 de Setembro, as Edições Texto & Grafia participam na Frankfurt Buchmesse 2011, estando presentes no pavilhão da APEL - Associação Portuguesa de Editores e Livreiros. Em nossa representação, deslocar-se-á o editor Joaquim Soares da Costa.

As Séries Televisivas











Título: As Séries Televisivas
Capa: Brochada
N.º de páginas: 192
Publicação: junho de 2011
ISBN: 978-989-8285-42-3
Preço: 19,00 € (IVA inc.)

Fenómeno tanto social quanto mediático, as séries invadiram os nossos ecrãs; de secundárias, passaram muitas vezes a "prato principal" da televisão. Acompanhadas com paixão por todas as classes sociais e etárias, as séries televisivas são parte integrante do quotidiano das nossas sociedades.

Esta obra procura compreender este fenómeno cultural e artístico excecional, apresentando as suas raízes económicas e culturais, mas revelando também as mudanças por ele provocadas no sistema de produção e nos modos de escrita televisiva.

Através de numerosos exemplos, desde O Caminho das Estrelas a Sete Palmos de Terra, da Missão Impossível  a O Sexo e a Cidade, são analisadas e comentadas estas novas formas narrativas e estéticas que trazem à cena mundos complexos e nos revelam personalidades da realidade do nosso tempo.

Jean-Pierre Esquenazi é sociólogo da cultura e professor na Universidade de Lyon 3. A sua área de intervenção abrange o conjunto das atividades culturais e artísticas; um dos seus campos de estudo privilegiados é o das obras cinematográficas e os seus públicos. Entre as suas obras mais destacadas, citemos Sociologies des oeuvres, Hitchcok et l'aventure de Vertigo, Sociologie des publics, Mythologie des séries de télé.

2.8.11

História de Portugal











Título: História de Portugal
Capa: Brochada
N.º de páginas: 168
Publicação: junho de 2011
ISBN: 978-989-8285-43-0
Preço: 16,00 € (IVA inc.)


A História de Portugal vista por um notável historiador francês. Esta edição inclui pela primeira vez um epílogo escrito por um seu discípulo, autor de vasta obra sobre história portuguesa contemporânea.

"Dois traços fundamentais caracterizam a História de Portugal; e começa por surpreender a precocidade dos acontecimentos que lhe formam a trama. De todos os países da Europa, Portugal foi o primeiro a realizar a sua unidade nacional e a fixar os limites territoriais que praticamente não sofreram alterações desde meados do século XIII. Foi também o primeiro a conhecer, em finais do século XIV, uma revolução «burguesa». Foi ainda o primeiro, nos séculos XV e XVI, a lançar-se aos oceanos para descobrir novas rotas de comércio e fundar impérios além-mar. Mas precocidade em História implica muita vezes fixidez e conservação do passado, como se estruturas cedo elaboradas só lentamente pudessem evoluir e modificar-se. Portugal, efetivamente, foi o último país da Europa a empenhar-se no processo de descolonização. Foi também uma das últimas nações onde se constituiu uma sociedade moderna, extraindo os seus recursos da indústria e não somente do comércio ou da agricultura. É por fim um dos estados onde o sentimento nacional parece manifestar ainda muitas reticências em sacrificar parte da sua independência a favor de organismos supranacionais."  (da Introdução)

Albert-Alain Bourdon, professor emérito na Universidade de Paris 8, é o autor principal da síntese admirável que é esta História de Portugal

Yves Léonard é investigador no Centre d'Histoire de Sciences Politiques, onde ensina história de Portugal do século XX, e autor de uma vasta obra sobre história portuguesa contemporânea

16.3.11

História da China











Título: História da China
Capa: Brochada
N.º de páginas: 336
Publicação: março de 2011
ISBN: 978-989-8285-39-3
Preço: 24,00 € (IVA inc.)

Desde o período pré-histórico à ascensão económica dos nossos dias, é aqui traçada a história da civilização chinesa, a mais longa de todas as civilizações do mundo. Uma história complexa que J. A. G. Roberts trata num estilo claro e acessível, abordando em cada capítulo um tema principal.
Começando por referir descobertas arqueológicas recentes que alteraram a visão da história da China antiga, é depois apresentada a história imperial, incorporando novos estudos sobre temas como a posição da mulher na sociedade chinesa, a relação da China com a Ásia Interior, as explicações avançadas para que a China não se tenha industrializado muito antes do Ocidente. Os períodos modernos e contemporâneos são descritos e analisados numa perspetiva muito ampla, com destaque para as Guerras do Ópio, o impacto do imperialismo ocidental, a revolução de 1911, o período republicano e a vitória dos comunistas.
Concluindo com uma apreciação crítica da evolução da sociedade chinesa sob o regime comunista, esta é uma visão atualizada e fundamentada do seu passado no momento em que a China emerge como a grande potência do século XXI.

J. A. G. Roberts é professor de história na Universidade de Uddersfield (Inglaterra). Leciona principalmente temas de história da China e do Japão, interessando-se de modo especial pela perceção que o Ocidente tem destas duas sociedades. Tem vários títulos publicados sobre a história da China: A History of China: Prehistory to c. 1800 (1996), A Concise History of China (1999), Modern China (2000), China to Chinatown: Chinese Food in the West (2004) e Life in Early China (2008).

Sociologia













 Título: A Sociologia
Capa: Brochada
N.º de páginas: 232
Publicação: março de 2011
ISBN: 978-989-8285-23-2
Preço: 22,00 € (IVA inc.)


Como surgiu a sociologia, quais os seus principais autores e obras, quais as suas correntes de pensamento e que teorias há para explicar a sociedade?
Desde os fundadores até às teorias contemporâneas sobre a individualidade, a reflexividade e a modernidade, desde as lutas de classes até à realidade líquida, passando pelas principais teorias e correntes surgidas nos continentes americano e europeu no século XX, faz-se aqui uma síntese daquela que é uma das disciplinas de base das ciências humanas.
Reunindo artigos, breves biografias e cronologias, apresentações de algumas obras, e entrevistas a sociólogos como Howard Becker, Anthony Giddens, Alain Touraine e François Dubet, este livro permite, de modo muito acessível, uma aproximação aos termos, teorias e autores que mais têm marcado a sociologia, ao mesmo tempo que deixa pistas de leitura para quem queira seguir e aprofundar um tema ou um autor.

Com coordenação de Xavier Molénat, jornalista na revista Sciences Humaines, conta com a participação de vários outros jornalistas desta mesma revista (Philipe Cabin, Martine Fournier, Catherine Halpern, Nicolas Journet), bem como com o contributo de sociólogos como Howard Becker, Raymond Boudon, Michel Crozier, Jean-François Dortier, François Dubet, Anthony Giddens, Jean-Claude Kaufmann, Éric Keslassy, Bernard Lahire, Michel Lallement, Laurent Mucchielli, Albert Ogien, Dominic Picard e Vincent Troger.

A Audiovisão











Título: A Audiovisão
Capa: Brochada
N.º de páginas:
Publicação: janeiro 2011
ISBN: 978-989-8285-24-9
Preço: 19,00 € (IVA inc.)

Na realidade, nós não vemos um filme sonoro (ou um clipe, ou um programa de televisão), mas "audio-vêmo-los". Por outras palavras, os objetos audiovisuais originam uma perspetiva específica, a audiovisão, que funciona essencialmente por projeção, contaminação ou sugestão recíprocas do ouvido sobre o visto.
Com Audiovisão estamos perante uma obra simultaneamente teórica e prática, que proporciona ao leitor um método de observação e análise suscetível de ser aplicado aos filmes, às emissões de televisão, aos vídeos, etc., que é resultado de numerosos trabalhos do autor e de núcleos de investigação em que está inserido.

Compositor de música concreta, realizador, investigador, crítico e professor em diversos centros universitários e profissionais, Michel Chion publicou até agora mais de 20 estudos e ensaios, vários deles dedicados ao seu trabalho teórico sobre o cinema, a música e o som, que continuam a ser os grandes temas das suas investigações e dos seus cursos sobre estas matérias.
Desde 1994 que é professor associado na Sorbonne.
Este seu Audiovisão foi traduzido em castelhano, italiano e inglês (nos Estados Unidos), e vê agora a sua primeira edição em língua portuguesa.



Os Grandes Economistas











Título: Os Grandes Economistas — Uma Introdução à Economia
Capa: Brochada
N.º de páginas: 144
Publicação: janeiro de 2011
ISBN: 978-989-8285-22-5
Preço: 14,00 € (IVA inc.) 


Este livro apresenta de forma sintética nove grandes economistas: Adam Smith, David Ricardo, Jean-Baptiste Say, Thomas Robert Malthus, Karl Marx, Léon Walras, John Maynard Keynes, Joseph Schumpeter e Milton Friedman, cujos trabalhos estão na origem da ciência económica moderna e contribuíram de modo decisivo para a compreensão do mundo em que vivemos.
Cada um destes economistas é apresentado através de uma curta biografia, e de uma síntese dos seus principais conceitos e teorias; é também abordada a atualidade das suas obras teóricas, na perspetiva da influência que exerceram na condução das políticas públicas em todo o mundo.
Um perfeito manual, acessível a todos, sobre o saber mais candente no desenrolar da vida humana: a ciência económica.

Jean-Claude Drouin, professor, formador e autor, tem como objetivo declarado pôr à disposição dos estudantes e do grande público as bases da ciência económica e da economia política, através de obras de leitura acessível a todos.
Da sua vasta bibliografia, praticamente desconhecida dos leitores de língua portuguesa, destacamos alguns títulos mais recentes: Tous économistes (2008), Les vrais maîtres de l’économie (2007) e Dictionnaire de l’économie (obra coletiva, 2007).
É professor de economia na Universidade de Paris II.

28.1.11

As Grandes Religiões do Mundo na revista "Os Meus Livros"

Teresa Pearce de Azevedo escreve sobre As Grandes Religiões do Mundo na revista Os Meus Livros (fevereiro de 2011, pp. 32-33)


7.1.11

História das Mitologias do Mundo










Título: História das Mitologias do Mundo — Heróis, Divindades, Narrativas
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 272
Publicação: janeiro de 2011
ISBN: 978-989-8285-25-6
Preço: 24,00 € (IVA inc.)

Desde os primeiros tempos da humanidade que a vida, a morte, a criação são mistérios insondáveis, do mesmo modo que o risco do desconhecido ligado às atividades humanas: porque se mostra a natureza alternadamente boa e cruel, avara e generosa? Porquê a chuva, a seca, porquê o lobo e o cordeiro, porquê a doença e a velhice? E para onde transitamos após a morte?
Pouco a pouco, o homem começa a articular respostas, inventando explicações para os mistérios que o envolvem; e a criação das grandes mitologias satisfaz a maior parte das interrogações, propondo respostas inspiradas pela mais pura imaginação, pela observação dos fenómenos físicos, pela psicologia ou pelo recurso à abstração metafísica.
Na explicação mitológica da Terra e do Universo visível estamos perante uma das primeiras expressões da grandeza da criatividade humana; os homens, fracos e impotentes face ao seu destino, criaram deuses à sua imagem, infinitamente mais poderosos do que eles, mas igualmente tributários de um sistema paralelo de hierarquias, de deveres e de valores.
Esta obra está organizada em função de uma dupla abordagem:
— histórica, pela narrativa da vasta «odisseia» que vai do Norte da Europa ao Mediterrâneo, da África à Índia, da China ao Japão, da Oceânia às Américas, e que conta a história de cada grande civilização, das suas divindades, dos seus heróis e dos seus mitos;
— temática, com numerosos destaques que evocam os grandes mitos fundadores: criação e fim do mundo, julgamento das almas no além, flagelos e cataclismos.

Nanon Gardin, tradutora e iconógrafa, é autora de numerosas obras sobre os mais variados temas, sendo colaboradora regular da Larousse.

21.12.10

O Cinema de Animação









Título: O Cinema de Animação
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 244
Publicação: dezembro 2010
ISBN: 978-989-8285-14-0
Preço: 22,00 € (IVA inc.)


«Os filmes de animação (que encontramos nas salas, mas também na internet, na televisão, nas galerias de arte, etc.) conhecem hoje um sucesso que no passado nunca tiveram, inclusive nos tempos de glória dos estúdios Disney. Limitado durante um tempo excessivo ao público infantil, o cinema de imagem a imagem ganhou os seus trunfos também junto do “grande público”, com o surgimento de um desenho animado comercial adulto, e nos meios da cinefilia, do cinema experimental e da arte contemporânea, onde, com outras técnicas e assuntos, ele começa enfim a ser reconhecido como um campo de investigação de corpo inteiro. Mas a animação está também em plena efervescência. As técnicas digitais alteraram consideravelmente a relação dos espetadores com ela, e mudaram a própria produção a nível internacional. A imagem de síntese (o 3D) tornou-se, desde há alguns anos, dominante, sinal aparente do fim das técnicas mais artesanais. Mas embora ela seja certamente um movimento de fundo, outras técnicas digitais permitem contrabalançar essa homogeneização do virtual. Graças a uma simples máquina fotográfica digital e a um software de montagem, qualquer um pode realizar um filme de animação sem câmara recorrendo à sua própria criatividade, misturando fotografia, pintura, desenho ou objetos. Devido à representação subjetiva da realidade que impõe, a animação é claramente a forma cinematográfica mais próxima do imaginário. Nessa conceção, como indica Francesco Casetti (1999: 50), “o cinema não é uma máquina anónima que regista automaticamente o existente e o restitui como tal: o cinema encena universos inteiramente pessoais e pede ao espetador a sua adesão individual. O cinema tem a ver com a subjetividade, e é dessa subjetividade que nasce o imaginário”. Embora essa seja uma conceção evidentemente distante do realismo ontológico da imagem cinematográfica caro a Bazin, ela explica melhor um gosto pelo espetacular e pelo íntimo que podem nascer na mente do criador e ressoar no imaginário do espetador.

«(…)

«A multiplicação de longas-metragens, assim como a melhor difusão da animação comercial nas salas e em casa graças ao DVD, são os fatores mais importantes no sucesso atual da animação. Dantes a produção animada consistia essencialmente em curtas-metragens exibidas em festivais ou em séries programadas nas cadeias de televisão. Isso continua a verificar-se, e devido a esse formato, a maioria dessas curtas-metragens, por vezes muito inovadoras, nunca encontra um público mais vasto. Mas após os repetidos fracassos dos filmes Disney e dos seus concorrentes em “desenho animado” (a técnica tradicional do celuloide), o sucesso global recente de muitas longas-metragens em imagem de síntese (Toy Story, Shrek, etc.), em plasticina (Wallace & Gromit), e em 2D “misto” no mundo japonês (A Princesa Mononoke), demonstrou o forte potencial comercial e estético que as técnicas de animação podiam sempre encerrar. Os críticos passaram a interessar-se mais profundamente pelo que parece um “fenómeno”, de que agora abundam exemplos nos festivais internacionais, chegando a arrebatar prémios importantes (o Urso de Ouro em Berlim para A Viagem de Chihiro, de Hayao Miyazaki, em 2002; o prémio do júri em Cannes para Persépolis, de Marjane Satrapi, em 2007). Desde então, assistimos a uma forma de intensificação na produção e distribuição desses filmes, em paralelo com um empobrecimento dos argumentos. O segundo grau e a autorreferência passaram a fazer parte do universo da animação comercial. Mas a par dessas produções convencionais, pensadas para render lucros consideráveis aos seus criadores, continua a existir uma animação de autor em permanente busca de inovações visuais e narrativas. Essas experiências são acolhidas em festivais especializados (Annecy, Zagrebe…), mas também nos generalistas (especialmente em Cannes e Veneza), e em retrospetivas (por exemplo, Norman McLaren em Beaubourg, em 2006) ou no novo mercado do DVD.

«(…)

«O objetivo desta obra, que é essencialmente um manual (…), não é tanto dar uma definição da animação mas fazer o ponto da omnipresença dessas imagens animadas e propor-lhes uma leitura simultaneamente histórica e temática. Escrito por um historiador de cinema que trabalhou sobre a propaganda cinematográfica, mas igualmente realizador de filmes de animação antes de passar a agregação de artes plásticas, este livro pretende demonstrar as diferentes perspetivas a partir das quais a animação pode fazer sentido. Embora o ponto de vista seja essencialmente histórico, outras dimensões teóricas e estéticas são convocadas para dar visibilidade a um campo artístico plural que desarruma as classificações habituais do cinema, das artes plásticas e das ciências da informação.»

«Introdução», pp. 8-9, 10-11 e 13.