20.3.14

'Filosofia da Moda e outros escritos - Georg Simmel (Nova coleção de Bolso)





TÍTULO Filosofia da Moda e outros escritos
AUTOR Georg Simmel
COLEÇÃO Nova Coleção de Bolso, número 7
GÉNERO Sociologia, Filosofia, Psicologia
FORMATO 12 x 17 cm
CAPA Brochada
PÁGINAS 128
PUBLICAÇÃO março de 2014
ISBN: 978-989-8285-89-8
€ 8,90 (IVA inc.)

Os excertos seguintes dão ideia da densidade e exatidão da linguagem de Georg Simmel, numa escrita socio-filosófica de grande rigor e beleza.

«A moda, com o seu jogo entre a tendência para uma expansão universal e a aniquilação do seu próprio sentido que comporta justamente essa expansão, possui o atrativo singular do limite, o atrativo simultâneo do começo e do fim, da novidade e, ao mesmo tempo, da caducidade» (in "A Filosofia da moda")
«Adornamo-nos para nós mesmos, mas só o fazemos verdadeiramente enquanto nos adornarmos para os outros. Uma das combinações sociológicas mais extraordinárias, […] é que um ato […] alcance este objetivo através do deleite para os olhos que oferece aos outros.» (in "Psicologia do adorno")
«Neste sedimento do efeito coquete se inscreve o balancear e o bambolear das ancas, o andar 'coleante'. Não só porque esse movimento acentua de modo concreto as partes sexualmente mais atraentes do corpo, […] mas também porque esse modo de andar materializa o ritmo alternado e incessante da oferta e da recusa.» (in "Psicologia da coqueteria")

Georg Simmel (1858-1918), autor pouco contemplado na edição em língua portuguesa, é cada vez mais reconhecido internacionalmente no seu valor.
A sua existência decorreu no seio de uma «constelação» de grandes espíritos: Max Weber e Alfred Weber, os poetas Stephan George e Rilke, entre outros, e teve por discípulos Ernst Bloch, Georg Lukács e Siegfried Krakauer.
A sua obra foi, e ainda é para muitos, inspiradora. Filosofia da Moda é um dos seus ensaios mais luminosos e mais bem conseguidos; nele avalia e interpreta este fenómeno cultural à luz das categorias básicas da sua visão filosófica.


Sendo Georg Simmel, a par de Max Weber, um dos maiores vultos da Sociologia dos séculos xix e xx, cuja influência não cessa de crescer em todo o mundo, certamente que esta coletânea de alguns dos seus textos mais brilhantes se destina ao público motivado pela temática, e a todo o vasto segmento de interessados e utilizadores da Sociologia, até como instrumento de trabalho e pesquisa.

13.2.14

Novidade Edição de Bolso





TÍTULO O Renascimento
AUTOR Peter Burke
COLEÇÃO Nova Coleção de Bolso, número 6
GÉNERO História
FORMATO 12 x 17 cm
CAPA Brochada
PÁGINAS 144
PUBLICAÇÃO fevereiro de 2014
ISBN 978-989-8285-84-3
9,90 (IVA inc.)

Na história da civilização ocidental, o período que ficou conhecido por Renascimento assinala o advento da Era Moderna; as suas implicações na ciência, no pensamento, nas artes prenunciam o «Século das Luzes», matriz das sociedades de hoje. Neste estudo, Peter Burke distancia-se na interpretação que tradicionalmente se faz do Renascimento, como sendo de raiz essencialmente italiana, deliberadamente desligado da Idade Média, destacando a presença de elementos medievais no processo de adaptação criativa das formas e valores clássicos aos novos contextos renascentistas, não só na Itália mas também em muitos outros pontos da Europa.

Num livro tão curto exige-se uma clareza que se obtém não pelo tamanho, mas pelo enfoque. Por essa razão, este trabalho é muito útil como um primeiro passo, ou um refrescamento, para o mundo mais vasto do tema "Renascimento", oferecendo ao estudante e ao amante de História uma visão completa de interpretações académicas do período.

Peter Burke, um dos historiadores ingleses contemporâneos de maior projeção universal, é autor de uma vastíssima obra, traduzida em praticamente todo o mundo. É doutorado pela Universidade de Oxford, foi professor de História das Ideias na School of European Studies da Universidade de Essex, e em Princeton; atualmente é professor emérito na Universidade de Cambridge.

Uma perspetiva minuciosa e completa da história económica mundial





TÍTULO História Económica do Mundo
AUTOR Jacques Brasseul
COLEÇÃO Nova Coleção de Bolso, n.º 5
GÉNERO História
FORMATO 12 x 17 cm
CAPA Brochada
PÁGINAS 432
PUBLICAÇÃO fevereiro de 2014
ISBN 978-989-8285-85-0
15,90 (IVA inc.)

Percorrer um período de tempo que vai da Revolução Neolítica da há dez mil anos à crise dos subprimes de 2008-2010 implica obviamente escolhas. Assim, esta obra está principalmente centrada na história económica do mundo ocidental e da bacia mediterrânica, embora aborde naturalmente todos os continentes – por exemplo, o Médio Oriente na Antiguidade ou na época colonial, o mundo muçulmano na Idade Média, a Ásia e a África a partir dos primórdios da globalização nos séculos xv e xvi, etc. Este livro dá ênfase a essa rutura fundamental, bem como à Revolução Industrial na Grã-Bretanha no século xviii e às respetivas consequências: a industrialização que se segue nos séculos xix e xx por todo o mundo.

A política económica está em constante mudança. A crise financeira e a turbulência que afetou a zona euro abalaram as certezas do passado recente. Numa linguagem clara, a presente obra oferece-nos uma perspetiva minuciosa e completa da história económica mundial. 

Nascido em 1946, Jacques Brasseul, economista e professor universitário, é doutorado em ciências económicas pela Universidade de Lião.

Professor emérito na Universidade du Sud Toulon-Var, ensinou nas universidades de Paris XIII Villetaneuse, Paris III Sorbonne Nouvelle, Paris VIII Vincennes, Jean Moulin Lyon III, tendo também lecionado no Quebéc (Canadá) e nas universidades de Minnesota e da Geórgia, nos Estados Unidos.

Como se desenhou o mundo de hoje

História das Relações Internacionais 
De 1945 aos nossos dias (vol.1I)

Jean-Baptiste Duroselle e André Kaspi



Coleção: Uma História de, n.º 14
Género: História / Relações Internacionais
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 624
Publicação: fevereiro de 2014
ISBN: 978-989-8285-82-9
Preço: € 26,00 (IVA inc.) 



Escrito numa linguagem simples e transmitindo de forma clara e sintética o que tem caracterizado o relacionamento dos países nas mais variadas situações que vão compondo a História global, este livro interessará ao público em geral, assim como aos estudantes e profissionais das áreas de Diplomacia, História, Relações Internacionais, Sociologia, Direito… 


Logo após a Segunda Guerra Mundial, começa nova guerra, desta vez sem armas (a Guerra Fria), que opõe os Estados Unidos à União Soviética. O mundo tornou-se bipolar: cada um dos dois super grandes procura reunir à sua volta aliados e clientelas, o campo socialista de um lado, o mundo livre do outro.
Em breve irá surgir uma terceira força, que tentará manter as distâncias em relação aos dois principais protagonistas.
Após o desaparecimento da União Soviética tudo se modifica. No último decénio do século XX, a Rússia, a China e a União Europeia ocupam um lugar determinante. Os Estados Unidos são os únicos a conservar o estatuto de superpotência política e diplomática, económica e tecnológica, militar e cultural. Mas o equilíbrio internacional permanece frágil.
Em todos os continentes, Estados e regiões inteiras são postos a ferro e fogo, ameaçando a segurança do planeta. Mais do que nunca, a incerteza no dia de amanhã suscita angústia, embora vão surgindo sinais apaziguadores das tensões.
No final do primeiro decénio do século XXI, os Estados Unidos enfrentam a concorrência da China, os países emergentes ocupam lugar cada vez mais destacado, e a ordem mundial encontra-se ameaçada em vários pontos do globo.

Verdadeiro ensaio de «história global», esta obra dirige-se a todos os que querem compreender como se desenhou o mundo de hoje e colocar em perspetiva as questões do presente e do futuro na era da globalização. Em mais de setenta capítulos, divididos em três partes, esmiúçam-se de forma sucinta e clara os temas mais abrangentes das Relações Internacionais, desde o fim da Segunda Guerra Mundial até à crise global em pleno século XXI, sem esquecer os problemas sociais (fluxos migratórios) e ambientais (as ameaças ao meio ambiente) causados pela globalização, passando por todos os conflitos que sacudiram o mundo, desde 1945 até ao presente.


Jean-Baptiste Duroselle (1917-1994) foi membro do Institut de France, professor de História das Relações Internacionais na Sorbonne e autor de uma obra imensa, que começou a publicar muito cedo e na maior parte da qual se ocupa da França, da Europa e do Ocidente em geral, orientando-a sobretudo para as vertentes da historiografia, das relações internacionais, da política dos povos e civilizações.
Historiador de grande projeção universal, é sobretudo reputado por esta História das Relações Internacionais (1919 a 1945), de que o segundo tomo, que vai de 1945 até aos nossos dias, foi prosseguido por André Kaspi após a morte de J.-B. Duroselle em 1994.

André Kaspi, nascido em 1937, é um historiador francês especialista em história dos Estados Unidos, tendo sido professor de Civilização Americana na Universidade de Lille e na Sorbonne (Paris 1) de 1988 a 2006. Dirigiu o departamento das Ciências do Homem e da Sociedade no CNRS. Especialista também de História da Segunda Guerra Mundial, é autor de uma vasta bibliografia sobre as suas áreas de especialização. A partir da morte de Jean-Baptiste Duroselle em 1994, André Kaspi tem assegurado a atualização das sucessivas edições de História das Relações Internacionais de 1945 aos nossos dias.

29.11.13

Para uma melhor compreensão do mundo e de quem o habita:



História das Relações Internacionais 
De 1919-1945 (vol.1)

Jean-Baptiste Duroselle


Coleção: «Uma História de», n.º 13
Género: História / Relações Internacionais
Formato: 15,5 x 23,5 cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 416 pp.
Publicação: setembro de 2013
ISBN: 978-989-8285-81-2
Preço: 21,90 € (IVA inc.)



Escrito numa linguagem simples e transmitindo de forma clara e sintética o que tem caracterizado o relacionamento dos países nas mais variadas situações que vão compondo a História global, este livro interessará ao público em geral, assim como aos estudantes e profissionais das áreas de Diplomacia, História, Relações Internacionais, Sociologia, Direito… 

Começada em 1914, a Grande Guerra chega ao fim em novembro de 1918, deixando um rasto de destruição e números aterradores de muitos milhões de mortos.
Vinte e um anos depois, a Europa torna-se de novo um mar de chamas, e o incêndio vai alastrando progressivamente a todo o mundo: a Europa, a África, o Próximo e Médio Oriente, o Japão, a China, o resto do Extremo Oriente e, finalmente, os Estados Unidos.
Que explicações encontrar para a falência dos tratados, para a derrota das forças da paz? Porque não foram os Estados democráticos capazes de ultrapassar tensões e reivindicações, sobretudo quando a chegada dos ditadores ao poder mostrava de novo o acelerar da marcha do mundo para a guerra?
A Segunda Guerra Mundial foi total, e desta vez o primeiro plano da cena internacional foi ocupado por novos atores, começando pelos Estados Unidos de Franklin Roosevelt, a Grã-Bretanha de Winston Churchill e a União Soviética de Joseph Estaline. O pós-guerra foi mais promissor para a paz do que os anteriores? A derrota da Itália fascista, a da Alemanha nazi, a rendição do Japão foram anúncio de um mundo pacífico?
Estas são parte das questões afloradas por Jean-Baptiste Duroselle nesta obra, um clássico das relações internacionais e da historiografia, composto de dois tomos: o primeiro abarca o período de 1919 a 1945, o segundo vai de 1945 até aos nossos dias, oferecendo-nos praticamente um século da História contemporânea.


Jean-Baptiste Duroselle (1917-1994) foi membro do Institut de France, professor de História das Relações Internacionais na Sorbonne e autor de uma obra imensa, que começou a publicar muito cedo e na maior parte da qual se ocupa da França, da Europa e do Ocidente em geral, orientando-a sobretudo para as vertentes da historiografia, das relações internacionais, da política dos povos e civilizações.
Historiador de grande projeção universal, é sobretudo reputado por esta História das Relações Internacionais (1919 a 1945), de que o segundo tomo, que vai de 1945 até aos nossos dias, foi prosseguido por André Kaspi após a morte de J.-B. Duroselle em 1994.


Allegro ma non troppo reencontrado!

Allegro ma non troppo 
seguido de:
As leis fundamentais da estupidez 
humana

Carlo M. Cipolla


Coleção: Biblioteca Universal
Formato: 14 x 21 cm
N.º de páginas: 96
ISBN: 978-989-95689-7-6
PVP: 10,00€ (IVA inc.)



Depois de ter estado vários meses desaparecido, reencontramos este clássico do historiador Carlo M. Cipolla, a obra mais conhecida do autor, que parece ter muito que ver com o momento que se vive atualmente. 

Este pequeno livro consiste em dois textos hilariantes – uma exposição satírica de algumas peripécias da história e uma teoria das relações humanas. Ambas circularam clandestinamente em fotocópias até a sua notoriedade ser tão grande que o autor decidiu publicá-los em livro.

O primeiro ensaio é uma paródia da história económica e social da idade Média, com o Império Romano à mistura; o segundo, uma deliciosa brincadeira, em jeito de teoria geral da estupidez humana.


A nossa coleção de bolso continua a crescer!

História de Roma
Pierre Grimal
Coleção: «Coleção de bolso», n.º 4
Género: Relato histórico
Formato: 12 x 17cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 128 pp.
Publicação: outubro de 2013
ISBN: 978-989-8285-83-6
Preço: 8,90 € (IVA inc.) 


Em estilo coloquial e colorido, esta História de Roma destina-se a leitores de todas as idades; pela sua linguagem evocativa e poética, é seguramente um excelente estímulo ao gosto pela História.

Uma narrativa circunstanciada dos momentos decisivos que estiveram na origem, na expansão e na queda do Império Romano, que durante cerca de mil anos demonstrou poder e esplendor em todo o mundo conhecido à época.

Pierre Grimal (1912-1996), um dos maiores especialistas e divulgadores da civilização romana, deixou-nos uma obra vastíssima, na qual trata com erudição e simplicidade todos os aspetos da criação do Império Romano. A sua obra é uma referência indispensável ao conhecimento do mundo da Antiguidade clássica.


2.8.13



APROVEITE PARA LER NAS FÉRIAS...


E APRENDER COM OS LIVROS QUE PODE LEVAR NO BOLSO



NOVA COLEÇÃO DE BOLSO


saiba mais aqui
    
  saiba mais aqui
saiba mais aqui

A Noite das Facas Longas
Paul R. Maracin
Coleção: «Coleção de bolso», n.º 3
Género: Relato histórico
Formato: 12 x 17cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 200 pp.
Publicação: julho de 2013
ISBN: 978-989-8285-79-9
Preço: 10,90 € (IVA inc.) 


Um livro que relata acontecimentos reais e que se lê como um romance: de um folgo.

Paul R. Maracin reuniu meticulosamente os elementos dispersos de uma trama de intriga e selvajaria, que ficou conhecida na História como “A Noite das Facas Longas”. Este acontecimento consistiu na eliminação de milhares de pessoas que Hitler e as cúpulas do Partido Nazi acharam conveniente afastar, a pretexto de se poderem tornar obstáculos às ambições de controlo do aparelho político-militar, na ascensão de Hitler ao domínio da Alemanha.
Antes, foi o incêndio do Reichstag; depois, foi a preparação minuciosa, durante meses, da operação “A Noite das Facas Longas” cujo objectivo era a eliminação física de milhares de pessoas — políticos, chefes militares, membros do aparelho de Estado, democratas — consideradas inimigas pelo núcleo dirigente nazi.
Hitler, Heydrich, Göring, Himmler e Goebbels deram início ao massacre em Munique e Berlim, que se estenderia nos dias seguintes a 30 de Junho de 1934 a muitas cidades alemãs, não se sabendo quantos milhares de vidas terão sido ceifadas nesta operação arrepiante, que mudou, de facto, o curso da História da Alemanha e conduziu o mundo à catástrofe da Segunda Guerra Mundial.

Após terminar uma carreira de vinte e sete anos como investigador criminal no Gabinete do Procurador de San Diego, na Califórnia, Paul R. Maracin tem-se dedicado à escrita, em particular aos temas relacionados com a Segunda Guerra Mundial.


Além deste livro notável, Paul R. Maracin destaca-se com os seus artigos publicados em influentes órgãos de comunicação americanos, como The Wall Street Journal a revista World War III, entre outros. Vive em San Diego.

A Análise do filme 
Jacques Aumont e Michel Marie

Coleção: «Coleção de bolso», n.º 2
Género: Cinema, Estética, Crítica
Formato: 12 x 17cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 320 pp.
Publicação: junho de 2013
ISBN: 978-989-8285-77-5
Preço: 13,90 € (IVA inc.) 


Uma obra destinada a alunos de cursos de cinema, televisão e audiovisual, interessando especialmente aos investigadores e críticos da área do cinema, sempre em busca de livros sobre esta temática. 

Abordando diversas análises de filmes praticadas dos anos de 1970 em diante, os autores apresentam e comentam aquelas que consideram ser as melhores, bem como os respectivos contributos metodológicos. Procurando definir a actividade de análise, são também abordadas as análises «textual», a narratológica aplicada ao filme e a da imagem e do som. Tendo sempre presentes as relações da análise com a história, que estão na origem deste tipo de investigações, chama-se a atenção para o facto de não haver uma solução única para a análise fílmica, sendo antes discutido um conjunto de métodos possíveis.

Jacques Aumont é professor de história e de estética do cinema na Universidade de Paris III (Sorbonne Nouvelle), e foi também director do Collège d'histoire de l'art cinématographique (Cinemateca francesa). Personalidade de destaque no ensaísmo e na crítica cinematográfica, é autor de uma vasta obra de análise crítica e divulgação, de que salientamos O Cinema e a  EncenaçãoA Imagem, ambos publicados pela Texto & Grafia nesta mesma colecção.
Michel Marie é professor de história e de estética do na Universidade de Paris III (Sorbonne Nouvelle), no departamento de cinema e audiovisual; ensinou igualmente  no Québec e no Brasil, e é vice-presidente da Cinemateca universitária. Personalidade de relevo internacional no âmbito da história e teoria do cinema, é autor de uma vasta obra, de que se destaca La Nouvelle Vague, une école esthétique, Esthétique du filmLe jeune cinéma français.



QUANDO A HISTÓRIA DE PORTUGAL CABE NO BOLSO, NÃO HÁ PRETEXTO PARA NÃO A CONHECER



História de Portugal 
Albert-Alain Bourdon

Coleção: «Coleção de bolso», n.º 1
Género: História 
Formato: 12 x 17cm
Capa: Brochada
N.º de páginas: 192 pp.
Publicação: junho de 2013
ISBN: 978-989-8285-78-2
Preço: 9,90 € (IVA inc.) 



De leitura acessível, este livro destina-se ao público generalista que aqui pode encontrar uma síntese da história de Portugal, desde a sua fundação até aos nossos dias. 

De todos os países da Europa, Portugal foi o primeiro a realizar a sua unidade nacional e a fixar os limites territoriais que praticamente não sofreram alterações desde meados do século xiii. Foi também o primeiro a conhecer, em finais do século xiv, uma revolução «burguesa». Foi ainda o primeiro, nos séculos xv e xvi, a lançar-se aos oceanos para descobrir novas rotas de comércio e fundar impérios além-mar. Mas precocidade em história implica muitas vezes fixidez e conservação do passado, como se estruturas cedo elaboradas só lentamente pudessem evoluir e modificar-se. Portugal, efetivamente, foi o último país da Europa a empenhar-se no processo de descolonização. Foi também uma das últimas nações onde se constituiu uma sociedade moderna, extraindo os seus recursos da indústria e não somente do comércio ou da agricultura. É por fim um dos Estados onde o sentimento nacional parece manifestar ainda muitas reticências em sacrificar parte da sua independência a favor de organismos supranacionais.

Albert-Alain Bourdon, professor emérito na Universidade de Paris 8, é o autor principal da síntese admirável que é esta História de Portugal.


Espreite o índice: 

Introdução


Primeira Parte

A formação da nação portuguesa

Capítulo I - O berço de Portugal
Capítulo II -  Conquista árabe e Reconquista. O início da dinastia de Borgonha
Capítulo III - Os reinados organizadores e a crise dinástica de 1383‑1385

Segunda Parte
A época dos impérios (séculos XV‑XVIII)

Capítulo IV - A dinastia de Avis e as Grandes Descobertas (1383‑1580)
Capítulo V - A crise de 1580, a dinastia espanhola e a Restauração
Capítulo VI - A dinastia de Bragança e a monarquia absoluta em Portugal (1640‑1807)

Terceira Parte
Uma difícil regeneração

Capítulo VII - As guerras civis : conservadores e liberais (1808‑1851)
Capítulo VIII - A Regenera ção (1851‑1910)
Capítulo IX - A República Parlamentar (1910‑1926)
Capítulo X - A ditadura militar e o Estado Novo (1926‑1974)
Capítulo XI - A Revolução dos Cravos (1974‑1976)
Capítulo XII - A II República face ao destino de Portugal

Epílogo
O Portugal de hoje

BIBLIOGRAFIA INDICATIVA
REFERÊNCIAS CRONOLÓGICAS

28.5.13

Visite-nos na Feira do Livro de Lisboa - estamos no pavilhão A62!

Para além dos descontos habituais da feira, todos os dias temos o livro do dia com 50% de desconto, um livro em promoção com 40% de desconto e participamos na Hora H com a maior parte do nosso catálogo.